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'Guia Completo: Entenda os Novos Processadores M5 Pro e M5 Max dos MacBooks Pro'

Conheça os novos processadores M5 Pro e M5 Max dos MacBooks Pro da Apple. Saiba como eles melhoram o desempenho para profissionais criativos. Créditos: Pexels Recentemente, a Apple lançou uma nova geração de processadores para seus MacBooks Pro, conhecidos como M5 Pro e M5 Max. Esses novos chips representam um marco tecnológico, combinando velocidade de clock elevada com alta eficiência energética e capacidades avançadas de inteligência artificial (IA). Os M5 Pro oferecem uma performance robusta para tarefas cotidianas, enquanto os M5 Max são projetados para suportar aplicações mais intensivas. Velocidade de clock: A partir de 3.2 GHz a 4.7 GHz, dependendo do modelo específico. Eficiência energética: Até 18 horas de bateria em um MacBook Pro com M5 Max, conforme testes recentes. Inteligência Artificial (IA): Capacidade de processamento avançada para tarefas como aprendizado de máquina e visão computacional. Aplicações Práticas para Profissionais Criativos Desenvolvimento de ...

Industria farmacêutica utiliza prováveis pacientes para "burlar" regras de anúncios segmentados no Facebook

Como o Facebook restringe anúncios com o uso de informações confidenciais de saúde, a indústria farmacêutica encontrou um modo de fazer anúncios segmentados para seu público alvo: anúncios para prováveis pacientes.

O The Markup (empresa de jornalismo investigativo focado em tecnologia), elaborou um relatório com o resultado de uma pesquisa com 1200 pessoas usando um navegador personalizado para verificar quais anúncios e porque o Facebook  mostrava para aquele usuário.

E com essa metodologia, descobriu que as empresas farmacêuticas estavam apostando suas fichas de anúncios na "consciência" (conhecimento ou aprendizado) da doença.

E com termos (segue a tradução) como “Mês Nacional de Conscientização do Câncer de Mama”, “oxigênio”  ou "conscientização sobre derrame", resultava em anúncios de tratamentos ou medicamentos de valores elevados.

O problema desta prática não é a legalidade, é o uso de informações, mesmo que próxima (a "consciência"), por parte do Facebook para a venda de anúncios. 

E o "burlar" do título é só um mero jogo de palavras para indicar a conivência.

Fonte: Arstechnica

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