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A Evolução da Interface Gráfica: Do Macintosh 128K aos Sistemas Modernos

Créditos: Pexels A Evolução da Interface Gráfica: Do Macintosh 128K aos Sistemas Modernos A computação, outrora um domínio exclusivo de especialistas e entusiastas da tecnologia, passou por uma transformação radical nas últimas décadas. Essa mudança, em grande parte, é atribuída à evolução da Interface Gráfica do Usuário (GUI). Antes da popularização da GUI, a interação com computadores era um processo complexo e intimidante, dominado por linhas de comando e comandos obscuros. O Macintosh 128K, lançado em 1984, marcou um ponto de inflexão, introduzindo uma abordagem mais amigável e intuitiva que revolucionaria a forma como interagimos com a tecnologia. Este artigo explora a jornada da GUI, desde suas origens modestas até as interfaces sofisticadas e imersivas que moldam nossa experiência digital atual, e vislumbra o que o futuro reserva para a interação homem-máquina. O Cenário Pré-Macintosh: A Era da Linha de Comando Antes do Macintosh 128K, a computação era um campo dominado por inte...

Monitores e lâmpadas de LED podem ser de escama de peixe no futuro, indica nova descoberta de pesquisadores japoneses

Pesquisadores do Nagoya Institute of Technology publicaram um estudo na Green Chemistry, mostrando um novo material e um novo processo de fabricação de CNOs.

Os CNOs (Carbon nano-onions) é um material usado em diversas indústrias por sua característica de alta área de superfície e grande condutividade elétrica e térmica, possuindo um processo caro e complexo de produção.

CNOs produzidos a partir de escama de peixe tem mais qualidade e baixo custo de produção


 A pesquisa estava trabalhando no tratamento de resíduos de peixe, transformando-os em CNO, que desenvolveu uma rota de síntese, na qual as escamas de peixe extraídas dos resíduos, após limpeza são convertidas em CNOs em meros segundos por meio de pirólise de micro-ondas (uma forma eficiente e controlável de converter biomassa em produtos químicos ou combustíveis).


     

A equipe de pesquisadores fizeram uma demonstração de uso de seu CNO em LEDs e filmes finos emissores de luz azul, sendo altamente estável em dispositivos sólidos e dispersos como solventes, água, etanol e isopropanos.


A equipe, que incluiu o professor-assistente Yunzi Xin, o aluno de mestrado Kai Odachi e o professor-associado Takashi Shirai acreditam que seu trabalho cumpriu vários objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU e com essa descoberta e novo processo de fabricação, pode reduzir os custos de fabricação da iluminação LED e monitores QLED.


Fonte: NiTech, GreenChemistry


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