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Vale da Estranheza: Quando Robôs Parecem Humanos

Vale da Estranheza: Quando Robôs Parecem Humanos Entenda o Vale da Estranheza e por que robôs e avatares quase humanos causam desconforto. “Rosto humano ao lado de androide hiper-realista representando o Vale da Estranheza” O conceito de Vale da Estranheza , também conhecido como Uncanny Valley , voltou ao centro das discussões sobre tecnologia graças ao avanço da inteligência artificial, dos avatares digitais e dos robôs humanoides. Basta olhar para personagens hiper-realistas em jogos, influenciadores virtuais ou até assistentes robóticos modernos para perceber que estamos cada vez mais próximos de reproduzir a aparência humana com precisão impressionante. Mas existe um detalhe curioso: quanto mais parecidos conosco esses sistemas ficam, maior pode ser o desconforto causado. Neste artigo, você vai entender o que é o Vale da Estranheza, por que ele acontece no cérebro humano e como empresas de tecnologia tentam contornar esse efeito em filmes, games e inteligência artificial. O Que ...

Monitores e lâmpadas de LED podem ser de escama de peixe no futuro, indica nova descoberta de pesquisadores japoneses

Pesquisadores do Nagoya Institute of Technology publicaram um estudo na Green Chemistry, mostrando um novo material e um novo processo de fabricação de CNOs.

Os CNOs (Carbon nano-onions) é um material usado em diversas indústrias por sua característica de alta área de superfície e grande condutividade elétrica e térmica, possuindo um processo caro e complexo de produção.

CNOs produzidos a partir de escama de peixe tem mais qualidade e baixo custo de produção


 A pesquisa estava trabalhando no tratamento de resíduos de peixe, transformando-os em CNO, que desenvolveu uma rota de síntese, na qual as escamas de peixe extraídas dos resíduos, após limpeza são convertidas em CNOs em meros segundos por meio de pirólise de micro-ondas (uma forma eficiente e controlável de converter biomassa em produtos químicos ou combustíveis).


     

A equipe de pesquisadores fizeram uma demonstração de uso de seu CNO em LEDs e filmes finos emissores de luz azul, sendo altamente estável em dispositivos sólidos e dispersos como solventes, água, etanol e isopropanos.


A equipe, que incluiu o professor-assistente Yunzi Xin, o aluno de mestrado Kai Odachi e o professor-associado Takashi Shirai acreditam que seu trabalho cumpriu vários objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU e com essa descoberta e novo processo de fabricação, pode reduzir os custos de fabricação da iluminação LED e monitores QLED.


Fonte: NiTech, GreenChemistry


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