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Amazon Bloqueia Muse da Meta: O Conflito entre IAs Agênticas e o E-commerce

Amazon Bloqueia Muse da Meta: O Conflito entre IAs Agênticas e o E-commerce O impacto da IA agêntica na autonomia de compras online A Amazon bloqueou a Muse, a nova inteligência artificial agêntica da Meta, por acessar a loja sem identificação e sem autorização prévia. A ferramenta permite que a IA execute tarefas completas, como pesquisar produtos e preencher formulários, operando em uma segurança de dados que envolve o uso de uma máquina virtual própria para navegar em nome do usuário. O conflito surge porque a Muse não se identifica como um agente automatizado durante a navegação, o que gera preocupações sobre o segurança e o tratamento de dados dos clientes. A varejista afirma que serviços que fazem compras em nome de clientes precisam operar de forma transparente, enquanto a Meta afirma que a Amazon proíbe a nova IA da Meta para garantir a proteção das informações de conta. Além do bloqueio, a Amazon possui suas próprias ferramentas de comércio agêntico, como o Buy for Me...

Cibercriminosos estão usando a IA estão espalhando malware no YouTube

Cibercriminosos estão gerando vídeos com a ajuda da inteligência artificial no formato de tutoriais, disponibilizando links para download de versões crackeada de softwares que exigem licença paga de uso.


Segundo a empresa CloudSEK, o aumento foi de 200% a 300% no números de vídeos no YouTube, que incluem links para malwares populares como Vidar, RedLine e Raccoon nas descrições, desde novembro de 2022.


YouTube



Os cibercriminosos criam os vídeos que apresentam humanos com recursos universalmente familiares e confiáveis. Depois são enviados para a plataforma e os links para malwares são adicionados na descrição ou comentário dos vídeos.

Quando o malware é instalado, o cracker tem acesso a dados privados do usuário, como senhas, informações de cartões de crédito, número de contas bancárias, dados do navegador, dados de carteira Crypto e outros.

Outra dado importante é que os cibercriminosos tem roubado canais com mais de 100 mil inscritos e enviam de cinco a seis vídeos com o malware, antes que o proprietário recupere o canal na plataforma.


Fonte: digitaltrends



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