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Crise de Confiança na IA: O que o CEO da Anthropic diz sobre a Rejeição ao Avanço Tecnológico

Crise de Confiança na IA: O que o CEO da Anthropic diz sobre a Rejeição ao Avanço Tecnológico O Desafio de Superar a Desconfiança Pública O CEO da Anthropic, Dario Amodei, tem apontado que a rejeição atual à inteligência artificial não é apenas um receio tecnológico, mas sim uma crise de confiança no setor. Ele reconhece que o público geral questiona os ganhos reais com o avanço da tecnologia, especialmente em relação à segurança e à implementação prática em larga escala. Para mitigar esses riscos, empresas como a Microsoft utilizam Segurança Microsoft para garantir a integridade dos dados. Amodei destaca que o otimismo tecnológico deve ser acompanado por uma transparência radical. A confiança do usuário final é fundamental para a adoção massiva, e a falta de tecnologia de proteção robusta pode levar a uma percepção de risco desproximada. Nesse contexto, a Internet e Redes Sociais desempenham um papel crucial na disseminação de informações sobre a evolução da IA. A superação ...

Escola públicas do Brasil estão adotando a tecnologia de reconhecimento facial

A tecnologia de reconhecimento facial já está presente em nas escolas públicas do Brasil.


A tecnologia está em operação em 14 cidades de 9 estados e nas escolas estaduais do Tocantins.



Reconhecimento facial em escolas públicas



As ferramentas de reconhecimento facial foram encontradas em escolas das cidades de Mata de São João (BA); Fortaleza (CE), Jaboatão dos Guararapes (PE), Águas Lindas (GO), Goiânia (GO), Morrinhos (GO), Betim (MG), Rio de Janeiro (RJ), Angra dos Reis (RJ), Itanhaém (SP), Potirendaba (SP), Santos (SP), Porto Alegre (RS) e Xaxim (SC), em âmbito municipal.

Em Tocantins, a tecnologia foi adotada em nível estadual. Ao todo, são 10 estados.

Para justificar o uso do reconhecimento facial, o seu uso é para diagnosticar a superlotação das salas de aula, falta de verbas para alimentação escolar, evasão escolar e violência. Se, de um lado, as finalidades são legítimas; análises sobre os casos de contestação e entrevistas com representantes da sociedade civil demonstram que o reconhecimento facial não parece ser capaz de combater de forma eficiente essas questões e dificuldades que afetam as escolas públicas brasileiras.

Fonte: Convergência Digital

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