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A Evolução da Interface Gráfica: Do Macintosh 128K aos Sistemas Modernos

Créditos: Pexels A Evolução da Interface Gráfica: Do Macintosh 128K aos Sistemas Modernos A computação, outrora um domínio exclusivo de especialistas e entusiastas da tecnologia, passou por uma transformação radical nas últimas décadas. Essa mudança, em grande parte, é atribuída à evolução da Interface Gráfica do Usuário (GUI). Antes da popularização da GUI, a interação com computadores era um processo complexo e intimidante, dominado por linhas de comando e comandos obscuros. O Macintosh 128K, lançado em 1984, marcou um ponto de inflexão, introduzindo uma abordagem mais amigável e intuitiva que revolucionaria a forma como interagimos com a tecnologia. Este artigo explora a jornada da GUI, desde suas origens modestas até as interfaces sofisticadas e imersivas que moldam nossa experiência digital atual, e vislumbra o que o futuro reserva para a interação homem-máquina. O Cenário Pré-Macintosh: A Era da Linha de Comando Antes do Macintosh 128K, a computação era um campo dominado por inte...

Escola públicas do Brasil estão adotando a tecnologia de reconhecimento facial

A tecnologia de reconhecimento facial já está presente em nas escolas públicas do Brasil.


A tecnologia está em operação em 14 cidades de 9 estados e nas escolas estaduais do Tocantins.



Reconhecimento facial em escolas públicas



As ferramentas de reconhecimento facial foram encontradas em escolas das cidades de Mata de São João (BA); Fortaleza (CE), Jaboatão dos Guararapes (PE), Águas Lindas (GO), Goiânia (GO), Morrinhos (GO), Betim (MG), Rio de Janeiro (RJ), Angra dos Reis (RJ), Itanhaém (SP), Potirendaba (SP), Santos (SP), Porto Alegre (RS) e Xaxim (SC), em âmbito municipal.

Em Tocantins, a tecnologia foi adotada em nível estadual. Ao todo, são 10 estados.

Para justificar o uso do reconhecimento facial, o seu uso é para diagnosticar a superlotação das salas de aula, falta de verbas para alimentação escolar, evasão escolar e violência. Se, de um lado, as finalidades são legítimas; análises sobre os casos de contestação e entrevistas com representantes da sociedade civil demonstram que o reconhecimento facial não parece ser capaz de combater de forma eficiente essas questões e dificuldades que afetam as escolas públicas brasileiras.

Fonte: Convergência Digital

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