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Destaques

Anthropic e OpenAI: A Corrida para a Independência de Hardware e Silício Próprio

Anthropic e OpenAI em Busca de Autonomia de Hardware A Anthropic confirmou recentemente planos para estabelecer uma equipe interna de silício, uma estratégia que visa reduzir a dependência de fornecedores externos como a Nvidia. Ao desenvolver hardware customizado, as empresas buscam otimizar a arquitetura de processamento para modelos de IA generativa, mas isso exige um investimento massivo em engenharia de chips. Serviços de satélite e infraestrutura de dados são fundamentais para essa escala. A OpenAI também segue uma trajetória similar, buscando eficiência energética e menor latência para seus modelos de grande escala. A integração direta entre o software e o hardware é crucial para a manter a Shadow AI na Nuvem sob controle e segurança. O objetivo é criar um ecossistema fechado onde a performance do chip é maximizada para as tarefas específicas de IA. Essa transição para o' implementação de tecnologia no negócio exige uma visão estratégica de longo prazo. Ao controlar o sil...

Escola públicas do Brasil estão adotando a tecnologia de reconhecimento facial

A tecnologia de reconhecimento facial já está presente em nas escolas públicas do Brasil.


A tecnologia está em operação em 14 cidades de 9 estados e nas escolas estaduais do Tocantins.



Reconhecimento facial em escolas públicas



As ferramentas de reconhecimento facial foram encontradas em escolas das cidades de Mata de São João (BA); Fortaleza (CE), Jaboatão dos Guararapes (PE), Águas Lindas (GO), Goiânia (GO), Morrinhos (GO), Betim (MG), Rio de Janeiro (RJ), Angra dos Reis (RJ), Itanhaém (SP), Potirendaba (SP), Santos (SP), Porto Alegre (RS) e Xaxim (SC), em âmbito municipal.

Em Tocantins, a tecnologia foi adotada em nível estadual. Ao todo, são 10 estados.

Para justificar o uso do reconhecimento facial, o seu uso é para diagnosticar a superlotação das salas de aula, falta de verbas para alimentação escolar, evasão escolar e violência. Se, de um lado, as finalidades são legítimas; análises sobre os casos de contestação e entrevistas com representantes da sociedade civil demonstram que o reconhecimento facial não parece ser capaz de combater de forma eficiente essas questões e dificuldades que afetam as escolas públicas brasileiras.

Fonte: Convergência Digital

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