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Juiz mantém delistagem de app Musi do Apple Store e cobra doações para advogados

Juiz mantém delistagem de app Musi do Apple Store e cobra doações para advogados Tecnologia: O caso Musi contra a Apple é julgado em uma era de crescente controle sobre plataformas de aplicativos. Um recente julgamento nos Estados Unidos resultou no manter da delistagem do app Musi, que permite o streaming de músicas diretamente do YouTube, da App Store da Apple. O tribunal rejeitou os argumentos dos advogados do Musi, que tentaram justificar a existência do app sob os termos do contrato de uso da Apple. No entanto, essa decisão veio acompanhada de uma multa de mais de 10 milhões de dólares para os advogados envolvidos no caso, por terem 'inventado fatos' em seus argumentos. Saiba mais sobre as surpresas no teardown do iPhone 17e e como a Apple está inovando com novos recursos. Créditos: Pexels A decisão do tribunal é um sinal claro de que a Apple está determinada em manter sua autoridade sobre os aplicativos disponíveis em suas plataformas, mesmo enfrentando resistência...

Cyber criminosos estão sofrendo golpes online

Em uma conferência de segurança BlackHat Europe que acontece no Reino Unido, o pesquisador Matt Wixey comentou que “os golpistas estão enganando outros golpistas em fóruns e plataformas”.


A lista de engano vai desde comprar e não receber, receber e não pagar, dados adulterados, dados obsoletos, coisas que já são publicas ou programas maliciosos que não funcionam como esperado.


Até os criminosos estão sofrendo golpes



Wixey informa que esses fóruns possuem salas de arbitragem onde os membros reclamam sobre fraudes e irregularidades, e as reclamações tem crescido muito o numero de reclamações e a Sophos, empresa de segurança cibernética, estima que as perdas são de US$ 2,5 milhões.



No entanto, o fato de os cibercriminosos "relatarem" fraudes uns aos outros pode se tornar uma fonte potencial de inteligência para os investigadores. "Em cada reclamação, mais informações pessoais anônimas serão compartilhadas. É um repositório de evidências, incluindo endereços de criptomoeda, IDs de transação, endereços de e-mail, nomes de vítimas, códigos-fonte de software. Malware. Tudo o que pode revelar quem está por trás ou pelo menos fornecem pistas sobre como eles funcionam", disse Wixey.

Fonte: VNExpress




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