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Destaques

A proliferação de malware em dispositivos móveis Android continua a ser uma preocupação crescente, e a recente ascensão do RatHat, um malware sofisticado que utiliza inteligência artificial (IA) para automatizar o controle de dispositivos, eleva essa ameaça a um novo patamar

Entenda o RatHat, um malware móvel que usa IA para se adaptar e automatizar ações maliciosas. Saiba como mitigá-lo com soluções avançadas de segurança. Créditos: Pexels Entendendo a Automatização do RatHat O RatHat, como relatado pelo BleepingComputer , representa uma evolução significativa no cenário de malware móvel. Diferentemente de seus predecessores, que dependiam de comandos manuais ou scripts pré-definidos, o RatHat emprega técnicas de IA para analisar o ambiente do dispositivo, aprender padrões de uso e automatizar ações maliciosas. Isso permite que o malware se adapte dinamicamente ao comportamento do usuário, tornando-o mais difícil de detectar e remover. Em essência, o RatHat atua como um Remote Access Trojan (RAT) avançado. Uma vez instalado no dispositivo, ele concede ao invasor controle remoto sobre o mesmo, permitindo que ele acesse dados confidenciais, monitore atividades, instale aplicativos adicionais e até mesmo controle o hardware do dispositivo. A utilização da IA...

Ressuscitar quando a medicina avançar? Empresa alemã conta com lista de espera com centenas de pessoas

Se a morte para muitos é o fim da vida física, para a startup alemã Tomorrow Biostasis é apenas uma questão de quanto tempo se quer viver.


A empresa conta com centenas de pessoas em sua lista de espera, que conservará os seus corpos através da criopreservação, para tentar reverter a morte.


Figura ilustrativa da alma saindo do corpo



Os clientes da Tomorrow Biostasis, assim que seus corpos morrem, vão para a etapa de preservação do corpo ou do cérebro num estado de imobilidade dos vasos capilares, com a criopreservação.

Quando a ciência estiver mais evoluída, a empresa tentará reverter a causa da morte, trazendo essa pessoa de volta à vida.

A maioria dos clientes que tem procurado a empresa, são pessoas com idade média de 36 anos, que trabalham na área de tecnologia. A maioria quer o cérebro preservado para que possa voltar em corpos impressos em 3D.

Uma curiosidade é que ninguém sabe ainda, como se reanima um humano morto criopreservado.


Fonte: ZAP.aeiou



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